sábado, 17 de outubro de 2009

"O leitor"

O filme "o leitor" sugerido pela disciplina de Linguagem conta a história de um romance entre um menino de 15 anos e uma mulher de 35 anos, onde ela gosta muito que leiam para ela, gosta de ouvir e acha lindo quem lê.
No decorrer da trama percebe-se que ela não sabe ler nem escrever, mas vive uma vida quase normal, mas este fato passa despercebido durante quase todo o filme. Ela trabalha como cobradora de bondinhos, uma profissão que exije conhecer números, fazer cálculos, relacionar-se com muitas pessoas diariamente. Atividade esta bem desenvolvida por ela que oportunizou até mesmo uma promoção de cargo.
Embora quase ninguém percebesse Hanna era analfabeta, sofria muito com isto, era mau humorada, quase não sorria, mas não admitia isto a ninguém.
De acordo com análises feitas no decorrer do semestre percebo que ela era letrada, sua oralidade e sua linguagem faziam parte do contexto social onde vivia.
No final do filme Michael Berg, percebeu que ela não sabia ler e resolveu ajudá-la mesmo sendo a distância. O interesse se Hanna pelos livros e pela leitura fizeram que ela por sua vontade própria conseguisse se alfabetizar.
Isto demonstra que a escola não deve apenas ditar conteúdos antigos, ela precisa dar oportunidades ao aluno, explorar diferentes habilidades, priorizando suas curiosidades, seu contexto social.
Hana aprendeu a viver com a vida, mas se ela tivesse se alfabetizado antes não teria vivido tão amargamente, confirmando (falso tstemunho) até mesmo que tinha escrito um relatório, projetando-a com isto a uma prisão perpétua.
Minha opinião é que a escola deve ampliar seus horizontes, para que com o tempo não caia em desuso, muitas crianças já chegam na escola alfabetizadas, pois aprenderam em seu cotidiano.
Esta institução precisa qualificar-se melhor, ensinando os alunos coisas significativas de seus interesses, para que não passe pelas dificuldades qua Hanna passou, assumindo uma culpa que não era totalmente sua.

Um comentário:

Roberta disse...

Sandra!!

Compreendeste bem que uma pessoa letrada não precisa ser alfabetizada, assim como haver pessoas alfabetizadas mas nçao letradas.
Muitas vezes as pessoas letradas conseguem se inserir na sociedade pois dominam o que é importante para elas naquele momento, como é o caso da moça do filme.

Abraços
Roberta