domingo, 5 de setembro de 2010

Funções do Currículo

Assim como tivemos a oportunidade de estudar em 2006/02, na interdicipina de EPPC, o currículo deve ser uma ferramenta que possa auxiliar no ensino-aprenizagem de nossos alunos.
Como explica Damiana Ballerini, "O currículo escolar não deve ser estático", ele precisa estar em constante discussão". É preciso que a partir do currículo as funções se efetivem, que ele seja claro, inovador e que esteja de acordo com a realidade da escola.
Busco este assunto com o intuito de relacionar com as tecnologias da informação, com a leitura e a escrita dos alunos.
Vejo que ainda hoje na era da informática e do conhecimento, as escolas com seus laboratórios de informática não tem um objetivo específico para oferecer aos alunos, este espaço é usado simplesmete para realização de algumas pesquisas.
Acredito que os labins escolares deveriam proporcionar aos seus alunos redes de interação, onde os alunos pudessem trabalhar cooperativamente desenvolvendo a autonomia coletiva e individual. Consequentemente os índices de alfabetização e letramento seriam bem melhores e menos sacrificantes para o alunos e professores.
Mostra-se aí a importância de se ter um currículo bem estruturado, que seja flexível, construído a partir do conhecimento e da vontade coletiva.


Referência:
Definições de Currículo - Damiana Ballerini
(Tutora da Interdisciplina EPPC/PEAD/UFRGS no 2º semestre/2006).

2 comentários:

Nadie Christina disse...

Oi Sandra,

Gostei muito da forma como tu destacou a interdisciplina e a importância de pensar um currículo "claro, inovador, e que esteja de acordo com a realidade da escola". Com certeza estas temáticas precisam ser objeto de constante discussão no espaço escolar. Todavia fiquei com a impressão que tu apresenta o LABIN das escolas como uma "entidade autônoma" e não um espaço a ser utilizado pelos professores de forma a proporcionar novas práticas de alfabetização e letramento para os alunos. Entendo as tecnologias de comunicação e informação, bem como as tecnologias de escrita (que incluem desde o quadro, giz e papel até o teclado do computador, data-show, etc) como meios para o exercício de um fazer pedagógico e não como responsáveis pelas mudanças que se espera em termos de letramento. Acredito que as mudanças que tu espera no uso desses recursos são bem mais profundas, pois mexem com as crenças de toda comunidade escolar sobre o que a escola deve "transmitir", por exemplo, os conteúdos previstos no currículo. Acredito que dentre estas certezas ainda se conecta a avaliação, que sempre vai ser um desafio. Por outro lado, o fato de ser um espaço de pesquisa, em si, não desqualifica totalmente as práticas no laboratório. Tudo depende de "como usamos" a tecnologia. Na minha tese eu criei um exemplo para descrever os usos equivocados: podemos usar um martelo para segurar uma porta, ele cumpre esta função, mas não foi feito para isto. Podemos fazer um excelente projeto de aprendizagem com ou sem computadores. Tudo depende da forma como vamos utilizar os recursos e acredito que este seja um dos maiores desafios a ser integrado na discussão dos currículos. Não basta incluir é preciso explorar as possibilidades para além do que outras tecnologias permitem...Aproveito para te alertar sobre a importância de trazer o ano das publicações e até incluir a referência completa ao final. Numa sociedade em rede os textos estão disponíveis para o mundo (em português, pelo menos, para a comunidade de falantes do idioma que se distribui ao redor do mundo). Assim se alguém quiser saber mais sobre os textos, autores citados é sempre bom ter a referência completa, não achas?
Um grande beijo,
Profa. Nádie

Sandra disse...

Olá profe, tetando atender a seu pedido, voltei ao texto de três páginas, em função de citá-lo melhor. Mas não encontrei maiores detalhes. Apenas:

Definições de Currículo
Damiana Ballerini
(Tutora da Interdisciplina EPPC no 2º semestre/2006).

É isto que devo colocar ao final da postagem?
Um abraço.